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Versão de competição do Leaf

Carlos Ghosn está enfrentando uma crise séria por causa de escândalos de falsa espionagem dentro da Renaut, mesmo assim tem motivos de sobra para sorrir… Acreditem, ele consegue, basta fazer uma forcinha que ele consegue.

O Nissan Leaf foi eleito (aqui) o CARRO MUNDIAL DO ANO DE 2011 no Salão de Nova Iorque (aqui), superando a pressão dos BMW Série 5 e Audi A8. Sessenta e seis jornalistas de vinte e cinco países passaram para o Leaf a coroa que o Polo ganhou no ano passado.

Pesaram na decisão a autonomia compatível com o preço, o design, o baixo consumo de energia, a vida à bordo e o recheio, além da qualidade comprovada por proprietários totalmente satisfeitos, que estão exaurindo a pequena produção de inicialmente vinte mil unidades por mês. O que constitui outro motivo para Ghosn esticar os lábios, além das negociações de vendo em popa com a Cidade-Estado de São Paulo, que deseja comprar algumas unidades para o serviço público. É sucesso de crítica e público!

O Primeiro-Ministro José Sócrates, de Portugal, também tem o seu, que usa no batente e percorre toda Lisboa a trabalho. Um bom exemplo que os nossos dirigentes não nos dão tão cedo e não de livre e espontânea vontade. Lá o Leaf custa trinta e cinco mil euros, mas recebe um abatimento de cinco mil, como incentivo estatal.

Para os que sentem falta de mais desempenho, até porque o Leaf é um carro familiar, uma versão de competição já está pronta (aqui) e exposta no Salão de Nova Iorque. É um protótipo, com máxima acanhada de 150km/h e razoável aceleração de 0 a 100 em 6,8s. É um Leaf normal vestido para corrida, um carro de competição de verdade utilizará tecnologia bem mais avançada.

Mais sobre o campeão do ano em sua categoria, ver aqui, no site do carro. Agora, Ghons, dá um sorriso, vá!

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