Eis o precursor de uma nova BMW

Duas notícias, uma das quais eu já tinha adiantado no ano passado. Ver mais Aqui, aqui, aqui e aqui.

O BMW ActivE  já está pronto por uma pechincha. Com um sistema de arrefecimento de baterias (que desperdiçam energia se esquentarem ou esfriarem demais) ele roda 160km em trecho urbano. O ActivE estará á venda por uma entrada de US$ 2250,00 mais 24 vezes de US$ 499,00. Nós, que somos mestres em parcelar, sabemos a bagatela que é. Mas não para o nosso bico. As 700 unidades a serem comercializadas por plano de leasing, só estão disponíveis nos Estados Unidos. Mesmo que alguém consiga importar, a sanha financiofagica do governo estragaria a festa. As reservas podem ser feitas na metade deste ano,  como aquecimento para o lançamento do modelo definitivo todo em fibra de carbono em 2013, chamado i3.

E os compradores dos pré-série ficarão com um carro ultrapassado? Não. Eles ficarão com um clássico, um divisor de águas para a marca da Baviera, mais uma jóia da engenharia alemã a se candidatar à placa preta, se um exemplar desembarcar por cá.

A segunda notícia é franco-italiana, mas também sob tutela tedesca. O Bugatti 16C Galibier está praticamente confirmado para 2014, será equipado pelo mesmo monstro W16 de oito litros que equipa o Veyron, que só não corre mais (ver matéria em inglês aqui) porque não há pneu no mercado que agüente. Para agradar a clientes árabes e europeus, signatários de normas rígidas de emissões e ruídos, ele será híbrido e terá autonomia de 50km em circuito urbano.

Tens bala para comprar um Bugatti? Então corre que só três mil serão fabricados, uma única unidade a mais só se fräu Merkel chutar a porta da directoria e colocar Wolfgang Durheimer contra a parede.

Edição:

Caros leitores, apareceu um cidadão a este artigo (mas barrado pelo anti-spam) insinuando que eu copio notícias alheias. Esclareço que vasculho a rede em busca de notícias, que procuro o máximo possível de fontes para dar confiabilidade ao que escrevo aqui; tal como fiz com este artigo. Quando a notícia vem de outros sites, eu dou os devidos créditos atravéz dos links, dos quais meus textos costumam ser fartos. Eu não copio notícias, ao contrário do que a maioria das pessoas faz. Coleto informações, tiro o que for supérfulo para o perfil deste blog e acrescento o que normalmente é negligenciado pela imprensa, mas que faz diferença na vida prática do leitor. Muitas vezes, como no texto que publiquei hoje (28/04/2011), eu sou o autor da notícia em sua total integridade. Eu tive um gancho e fui atrás dos factos, como todos deveriam fazer para atenuar a péssima fama que o brasileiro tem na internet. Os créditos que forem devidos serão dados a quem de direito, como vocês podem ver na coluna à direita em “O povo gostou”, que prova que meus leitores entendem o recado e vão ter com minhas fontes. Se eu não der créditos, desocupados de plantão, é porque eu sou o autor da notícia.

Sem mais para o momento, Nanael Soubaim.

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