Mônaco, do tamanho de um bairro pequeno, tem uma companhia de ônibus. Ela conta com dois microonibus Iveco eléctricos (aqui e aqui) que rodam desde Novembro passado, fora o complexo sistema de transporte com veículos especializados para cada público… Por preços similares aos de nossos paus-de-arra.

O país que sedia a Venturi, por influência de Albert II (defensor dos carros eléctricos) desde muito antes de ascender ao trono, conscientiza sua população pelos bons exemplos e disponibilidade de oportunidades. A população deixa seus possantes em casa e se vale do transporte público de altíssimo nível, agora com o reforço dos dailys eléctricos.

Enquanto isso, em um país gigantesco da América do Sul, os trólebus estão sendo aposentados por dirigentes políticos, sem o minimo de critérios técnicos. Ficando sua população à mercê dos esforços da iniciativa privada, que ainda não sabe quando seus projectos sairão às ruas.

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