Vocês só ouvirão a minha voz! Incluam Goiânia! Incluam Goiania!

Caros leitores, vocês terão a chance de experimentar a direção do Nissan Leaf, basta que estejam nas cidades por onde a caravana da Nissan Inova Show passar. Mais aqui, aqui, aqui e aqui . Já estou preparando um motim para garantir que passe por Goiânia.

O evento pretende tirar a marca da incômoda posição de “pequena entre as grandes” que ainda amarga no Brasil, para isso apresentará seu próximo lançamento, o pequenino March, e de quebra adoçar nossas bocas com sua estrela, o Leaf. Também estarão na degustação os modelos já vendidos em território nacional, mas dos quais o brasileiro teima em desconfiar.

Segundo a Nissan, em seu site (aqui) o Leaf passará a ser fabricado também em Smyrna, Tennessee, Estados Unidos, o que deve tornar sua importação menos cara para nós. Actualmente a demanda é suprida por Oppama, no Japão, mas já com dificuldades. Deverá custar não mais do que R$ 110.000,00 por aqui… É esta a cidade simpática de Smyrna.

Começando por São Paulo, no estacionamento do Playcenter (grande Paulo do PPOW!) a empreitada durará cinqüenta e uma semanas, praticamente um ano inteiro.

Já adiantando, segundo impressões de jornalistas não electrophobicos (como Priscila Dal Poggetto) o Leaf arranca forte, é confortável e simpático. A visibilidade é boa e permite fazer manobras sem dificuldades. Acabamento “impecável” sem luxos, o que agradará às mulheres, por preservar suas roupas e meias-calças. O percurso limitado a 20km/h não permitiu chegar aos 150km/h que ele alcança, fica para o teste de longa duração das revistas.

Seus concorrentes, embora completamente diferentes em concepção e público-alvo, são o Chevy Volt e o Mitsubish i-Miev, um é híbrido e o outro tem raio de ação mais acanhado, além de várias outras características díspares entre os três; realmente só são concorrentes em colocar na prática a inovação. Se ela gostou? Parece que sim, mas também se assustou com o preço previsto.

Abaixo o vídeo do evento, com uma musiquinha simpática, com grandes propriedades adesivas… Grudenta mesmo, parece ter saído dos anos setenta, com toda a bicho-grilice a que tem direito.

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