A diferença não é tão grande, mas é realçada pelos vidros.

Atrasado, devido aos estragos do tsunami, foi lançada a versão Cláudia Raia da Fit, a Shuttle (aqui e aqui). Uma pequena galeria aqui.

O modelo não se distingue do que o deriva a não ser pelo tamanho e estilo diferenciado das terceiras janelas laterais, que ampliam de 517 para 590 litros o espaço para malas, uma mala grande a mais de capacidade. Parece pouco, mas na hora de acomodar as compras é um alívio imenso.

Além do conhecido (sim, nossos mecânicos já o esmiuçaram) 1,5l a combustão, terá também o 1,35l híbrido com câmbio continuamente variável, associado a um motor eléctrico. O consumo prometido é de 25 a 30km/l.

A proposta é clara.

Dados de velocidade e aceleração ainda não estão disponíveis, mas não devem ficar muito aquém da Fit. Se é um pouco mais pesada, a Shuttle é mais longlínea, favorecendo a aerodinâmica. Até no teaser de apresentação eles fazem mistério.

No Japão custa a partir do equivalente a R$31,000.00, enquanto o Fit pequenininho e só à combustão nos custa mais de cinqüenta mil, sem choro. Se vem para o Brasil, é provável que sim, dependendo de uma pesquisa de mercado, mas a versão híbrida certamente ficaria de fora. Vindo, seria o Fit, para concorrer com o Leaf. O Nissan, aliás, pegou carona no sucesso do Fusion Hybrid (aqui) e está acendendo os olhinhos dos outros fabricantes, estão ambos caindo no gosto do brasileiro, que só se assustou com os preços iniciais. Dos que consultei, cem por cento gostaram das novidades, mas quase enfartaram com as cifras.

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