O dono de uma destilaria escocesa encontrou um meio curioso (este) para recarregar as baterias do Leaf .

Mark Reynier já estava feliz por não precisar mais importar gasolina do continente, pelo maior preço do Reino Unido, para se deslocar de carro.

Se valendo dos resíduos da fabricação do wisky, a empresa da ilha de Islay desenvolveu um processo no qual essas sobras formam uma pilha. O que seria anti-econômico para quase todos os outros casos, para Mark Reynier (o dono) é o aproveitamento do que normalmente seria descartado no mar, e talvez até lhe custasse multas ambientais em situações climáticas críticas.

A economia de trinta e cinco mil euros motivou Mark a lançar uma edição limitada de wisky orgânico, chamado “Leaf”.

Ao contrário do petróleo é fácil produzir etanol e biodiesel, pode até compensar se for para uso próprio, há um cidadão nos Estados unidos que roda de graça com sua perua Merceds-Benz à diesel, consumindo óleo vegetal usado de restaurantes; sem refino, só peneirando do tacho para o tanque.

Mas é extremamente fácil e sempre viável produzir electricidade. Se cada empresa der uma olhada em seus resíduos, com certeza encontrará uma fonte confiável de energia que estava sendo desperdiçada, como fez a destilaria de cento e trinta anos.

Só para atiçar: A energia eólica no Brasil já perdeu 50% de seu custo de produção (aqui)  e já é mais barata do que a termoelétrica, tem muitas empresas chegando para aproveitar o filão.

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