O amigo Daniel flagrou rapidamente o Chevrolet Volt no trânsito de Poá.

A adesivagem chamativa alertou nosso leitor, que mais uma vez me mostrou a utilidade de um celular com câmera… Terei que providenciar um, na próxima troca.

A agilidade do Volt animou Daniel que, como eu, não acredita nessa conversa de não haver planos para vendê-lo no Brasil, ainda que por encomenda, pois a aceitação dele no público potencial foi muito grande. O carro não é grande, ams impressiona, tem a presença e o charme que saíram de linha com o Opala. Um Volt preto à frente de um theatro deve ser espetacular.

Vê-lo no trânsito tem um valor especial, pois dá uma idéia com acento de que ele já está entre nós, devidamente homologado e emplacado, respondendo bem à nossa gasolina alcoólatra. Querem saber? Quem puder que vá à concessionária Chevrolet mais próxima e fale directamente com o gerente, porque sai negócio.

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