É o que parece. A Bugatti não deixou a hipótese vazar à toa. O problema não está na altas velocidades que ele desenvolve, em que é incoerente falar em economia de combustível. O problema está nas baixas e médias velocidades.

A questão é que um veículo à combustão sempre consome mais energia do que realmente precisa, para manter uma velocidade civilizada, por causa não só das perdas geradas pela transmissão, mas também pela própria natureza dos motores à combustão, especialmente os de pistões alternantes, que são o padrão utilizado desde o início da história oficial do automóvel.

A função do modo eléctrico estaria no deslocamento de baixa velocidade, em perímetro urbano, ajudando o carro a arrancar e regenerar a energia das frenagens.

A notícia está tirando o sono daqueles garotões que choram porque não conseguem mais mexer nos carburadores que fi\zeram a alwegria de sua infância, e atacam qualquer apoiador da mobilidade eléctrica na internet. Eu gosto de ver aquele monte de pecinhas se mexendo, gosto mesmo, mas daí a querer que o mundo seja um fornecedor de anestesia psicológica, vai uma distância sideral.
Mais detalhes, em breve, no À Bateria: http://abateria.blogspot.com.br